quarta-feira, dezembro 22, 2010

Desenvolvendo em Java no Eclipse com o Team Foundation Server (TFS) 2010

O Team Foundation Server 2010, servidor do Visual Studio 2010 ALM (Application Lifecycle Management), é o responsável por ser o repositório único e centralizado onde são armazenados o controle de versões, os itens de trabalho, requisitos, casos de testes, scripts de testes e os builds automatizados. A Microsoft, para a versão 2010 do seu ALM, investiu fortemente no suporte a ambientes heterogêneos e não só na plataforma Windows e .NET. Esses investimentos se materializaram em diversos recursos, porém o foco nesse artigo é falar sobre a facilidade de usar todos os recursos de controle de versões avançado, gestão automatizada de builds, itens de trabalho e planejamento e relatórios em tempo real para o Eclipse e para desenvolvedores Java, JEE, Ruby, C (entre outras linguagens).

A Microsoft oferece com a versão 2010 do Team Foundation Server um plugin para a IDE Eclipse chamado Team Explorer Everywhere. Não, ninguém está lendo errado :) . Hoje a Microsoft possui uma vasta equipe desenvolvendo software em Java e até mesmo em ambientes Linux. Essas equipe criou o Team Explorer Everywhere para reforçar ainda mais o comprometimento da Microsoft com todas as empresas que desejam usar a solução de ALM com melhor custo/benefício e melhor usabilidade do mercado de desenvolvimento de software.

Desse modo, desenvolvedores podem utilizar todos os recursos do TFS a partir de sua IDE. E um importante reforço: esse plugin funciona em Eclipses instalados em um Linux, Unixes e Macs! Mas e os builds automatizados? Não há problemas: com o TFS Build Extensions Power Tools o TFS 2010 pode executar scripts de build em Maven ou Ant! Inclusive recursos inovadores da Microsoft como o Gated Check-in e o Shelve estão disponíveis para desenvolvedores Java no Eclipse!

Mas vamos mostrar algumas telas para reforçar a facilidade e usabilidade do plugin do Eclipse integrado ao TFS 2010 (comentário interessante: já demonstrei para muitos desenvolvedores e arquitetos Java e eles realmente ficaram impressionados com a facilidade de uso da ferramenta. É a filosofia de usabilidade da Microsoft se incorporando em outras plataformas!).

A figura abaixo mostra a perspectiva "Team Foundation Server Exploring" disponível no Eclipse.


Essa figura apresenta algumas visões interessantes disponíveis para o TFS.

Quando arquivos Java são alterados no Eclipse, automaticamente eles são mostrados na view "Pending Changes". Nessa view é possível fazer um shelve/unshelve e o check-in das alterações. Além disso é possível associar um item de trabalho (como uma tarefa, um defeito, um requisito) a essas mudanças de código, criando assim governança do processo de desenvolvimento de software de uma forma fácil e Ágil para os desenvolvedores.


Essa figura mostra detalhadamente a view de "Pending Changes" em um Eclipse rodando no Ubuntu Linux!
Na perspectiva do TFS podemos visualizar todos os dados do projeto como itens de trabalho, documentos, builds e o controle de versões.


As queries de itens de trabalho podem ser vistas no Eclipse, inclusive, no formato hierárquico que é uma novidade do TFS 2o10.

Todos os relatórios automáticos do TFS (o gráfico abaixo é um dos relatórios do template Scrum) são visíveis através do Eclipse:

E, finalmente, podemos ver criar um novo build automatizado diretamente no Eclipse.


E esse build pode usar como script de build tanto um arquivo Ant como um arquivo Maven. Lembrando: É o TFS 2010 da Microsoft disparando um script de build Java e incorporando seus resultados dentro do Team Foundation Build!


Termino o artigo reiterando que é muito bom ver a evolução da solução de ALM e desenvolvimento de software da Microsoft. Hoje as empresas com ambientes heterogêneos podem utilizar uma solução de ALM com baixo custo, alta escalabilidade, grande usabilidade, suporte da Microsoft e com a solução de testes manuais e qualidade mais inovadora no mercado!

segunda-feira, dezembro 13, 2010

Desenvolvendo em COBOL e Mainframe com TFS 2010 e Visual Studio 2010

Um dos grandes investimentos da Microsoft, na versão 2010 do Visual Studio e do Team Foundation Server, se voltou para o atendimento a ambientes heterogêneos. Isto é, atender outras plataformas e tecnologias diferentes do .NET. Um dos principais recursos foi a incorporação de plugins para Eclipse e ambiente de linha de comando para ambientes Unix. Isso foi feito com a aquisição da empresa TeamPrise.

Hoje já temos casos de empresas que utilizam todo o ambiente de gestão de configuração, governança e rastreabilidade no ciclo de vida para aplicações COBOL. Um exemplo documentado é o estudo de caso de TFS 2010 para gerenciar aplicações COBOl e PL1 na NRB.

Hoje em dia existem várias soluções que permitem o desenvolvimento COBOL e Mainframe dentro de uma IDE na plataforma Windows. Um exemplo é o Natural for Eclipse. Como ele foi construído na plataforma Eclipse, nosso plugin Visual Studio Team Explorer Everywhere permite que todo o controle de versões do código-fonte e toda a orquestração do processo de desenvolvimento sejam realizados dentro do mesmo ambiente do desenvolvedor.

Esse atendimento a ambientes como o COBOL (entre outros) facilita a gestão unificada das aplicações de uma corporação e melhora a governança de TI e do processo de desenvolvimento de software como um todo.

Além disso, existe uma excelente solução para iniciar a modernização do seu legado que ainda está em Mainframe. A solução se chama Visual COBOL e é uma extensão completa para o Visual Studio 2010. Com ela você consegue baixar fontes feitos em COBOL (inclusive com JCL ou CICS!), compilá-los no framework .NET e fazer interfaces gráficas poderosas usando Windows Presentation Foundation, ASP .NET e Windows Forms. E além disso tudo pode usar recursos avançados do Visual Studio 2010 como análise de impacto de testes, IntelliSense, IntelliTrace e análise arquitetural da aplicação!

Portanto, você pode utilizar a solução de ALM da Microsoft que é robusta,escalável, de fácil utilização e com melhor custo-benefício do mercado também para um ambiente de alta plataforma como o COBOL ou o Natural e também para modernizar o legado de uma forma mais rápida e simples!


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