segunda-feira, maio 18, 2009

Slides da Apresentação "Contratos e Scrum: The Good, The Bad and The Ugly" realizada no Brazil Scrum Gathering 2009

Minha apresentação com o título "Contratos e Scrum: The Good, The Bad and The Ugly" teve uma presença razoável e foi muito elogiada pelos que a assistiram.

Uma novidade, em relação a outras palestras minhas sobre contratos, foi a separação dos contratos em categorias relativas à adaptação para o mundo ágil. O contrato Good é o famoso contrato de escopo varíavel, ideal para o desenvolvimento ágil. O contrato Bad é o contrato de preço fixo, que na realidade é de preço, prazo e escopo fixo (e qualidade deslizante, normalmente para o fundo do poço :-) !), portanto o pior para usar numa situação que demanda processos ágeis.

Os contratos ugly são menos conhecidos: Aquisição Progressiva e contrato por métricas de tamanho, especialmente contratação de uma quantidade de pontos de função no início do projeto, mas sem um escopo com requisitos extremamente detalhados e assinados com sangue. São contratos que diminuem o receio do cliente de contratar no formato clássico escopo varíavel. Alguns agilistas mais extremos podem achar ruim usar pontos de função. Mas a realidade é que a análise de pontos de função pode se tornar exatamente a arma para conquistar mais projetos no formato ágil.

Quem tiver mais interesse sobre o assunto pode deixar seu comentário ou dúvida aqui ou então enviar por email para jose ponto papo arroba gmail ponto com.

A apresentação já está disponível no SlideShare.

5 Comentários:

At 2:04 PM, Blogger Paulo Furtado disse...

Boa a apresentação Papo. Compartilho com você a idéia de que algo que muitos dos agilistas condenam é a questão de pontos de função, mas esse pode ser realmente um caminho para conquistarmos mais espaço. Sem perder, é claro, o foco que está no Manifesto.

 
At 2:10 PM, Blogger Paulo Fagundes Stos disse...

Boa Apresentação!

Há um errinho, no slide 5 no tópico 2, há um conchete sobrando...

 
At 8:57 PM, Blogger Parzianello, L.C. disse...

Paulo, parabéns pela apresentação! Achei bem didática e informativa. Só não tive tempo naquele dia de discutir contigo a idéia de misturar os modelos de contrato apresentados. Estamos trabalhando num cliente uma forma de contratar uma célula sistemista (entenda time remoto) por um preço fixo mensal (custo do time), uma capaciddade produtiva prevista (pontos de função / mês) e escopo variável. Neste caso, os pontos de função são contados na saída, e a capacidade pode ser ajustada, assim como o valor mensal (desempenho da equipe). O que achas dessa idéia? Abraço! Luiz

 
At 10:20 PM, Blogger joellobo disse...

Muito bom Papo! O assunto é novo e ainda vai ser muito estudado e debatido aqui no Brasil. Parabéns por sair na frente.

Algumas dúvidas:

"O baseline arquitetural (ou esqueleto arquitetural) também será definido, implementado e testado"

Será que o cliente vai querer pagar pela Baseline arquitetural? Qual o ROI?

"Crie buffers de cronograma e orçamento para refletir as incertezas nas estimativas do projeto. Estes buffers não são “gordura” (padding)!"

O que faz buffers <> gordura?

 
At 2:50 AM, Blogger Versos & Reflexos disse...

muito bom. A APF cai como uma luva para negociações em projetos ágeis, dando confiança ao contratante quanto ao que ele vai receber.

 

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